PM é acionada após confusão entre pacientes e funcionários em UPA de Natal

PM é acionada após confusão entre pacientes e funcionários em UPA de Natal


Caso aconteceu na noite desta terça-feira (28) na UPA de Cidade Satélite. Pacientes reclamaram da demora no atendimento e chegaram a quebrar a porta de entrada da unidade. PM foi chamada para conter confusão na UPA de Cidade Satélite na noite desta terça-feira (28).
Reprodução/Inter TV Cabugi
A Polícia Militar foi acionada durante uma confusão envolvendo pacientes e funcionários na UPA de Cidade Satélite, em Natal, na noite desta terça-feira (28). Os pacientes reclamaram da demora no atendimento e chegaram a quebrar a porta de entrada da unidade.
De acordo com um grupo de pacientes, as discussões começaram depois que eles reclamaram que algumas pessoas estavam entrando na frente de outras na fila do atendimento.
“Isso é uma falta de respeito com o pessoal que está esperando aqui”, disse uma das mulheres que aguardavam atendimento e preferiu não ser identificada.
A vendedora Iara Barbosa também estava aguardando atendimento e reclamou da desorganização. “Teve gente que chegou de 3 horas da tarde, gente que chegou de meio dia. E os de 3 horas estavam sendo atendidos”, afirmou.
O atendimento na unidade ficou parado até a chegada da Polícia Militar. Uma viatura da PM e da Guarda Municipal estiveram no local durante a noite. Um paciente que estava envolvido na confusão foi encaminhado à delegacia para ser ouvido.
O vigilante da empresa terceirizada que fazia a guarda no local também foi prestar depoimento. Os funcionários da unidade não quiseram falar.
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Surto de gripe
As unidades de saúde da capital vem registrando alta demanda desde o fim de semana, depois que um surto de síndrome gripal foi confirmado pela Secretaria de Estado e Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap).
Nesta terça-feira (28), oito unidades de saúde funcionaram em horário estendido para suprir a demanda de pacientes com sintomas gripais que estavam em busca de atendimento médico
Uma dessas unidades foi a do bairro Nova Descoberta, na Zona Sul, que começou a atender às 17h os pacientes com sintomas gripais. O médico que faria o atendimento extra adoeceu e os dois médicos que estavam atendendo a demanda normal tiveram que estender o horário até às 20h para não deixar os pacientes sem atendimento. Os pacientes também reclamaram da situação.
“A gente não está brigando para ser atendido rápido, porque a gente tem noção que as Upas estão lotadas. Mas a gente está brigando pelo respeito, pela organização”, explicou Caroline Carneiro, técnica de enfermagem que aguardava atendimento no local.
A intenção da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) era reduzir a alta demanda das Upas com o horário estendido das Unidades Básicas de Saúde. Mas a medida não surtiu efeito e as Upas continuaram cheias.
A auxiliar de armazém, Joseane Amaro, faltou o trabalho por estar com sintomas como febre, dor no corpo, tosse e coriza. Ela aguardou mais de cinco horas pelo atendimento.
“Eu só vim porque tinha que vir mesmo, se não estaria em casa. Tomando alguma coisa em casa para aliviar a dor. Mas eu preciso de um comprovante médico constando que eu compareci aqui para levar para a empresa”, disse.

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Redação

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