Open banking x open finance: entenda a diferença entre os sistemas

Open banking x open finance: entenda a diferença entre os sistemas


Com a implementação da quarta e última fase do open banking, sistema evolui para o open finance, agregando novos serviços. A quarta e última fase de implementação do open banking, sistema de compartilhamento de dados financeiros supervisionado pelo Banco Central, começou a valer no dia 15 de dezembro. A partir dessa etapa, entra em vigor também o open finance, uma evolução do open banking.
O open finance amplia o compartilhamento de dados para outros setores, como seguradoras, corretoras de investimentos, câmbio e previdência. Na prática, essa ampliação aumenta ainda mais as oportunidades de criação de serviços mais customizados para os clientes.
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Open Banking no Brasil
Arte/g1
Segundo o Banco Central, o open finance já passa a valer com a implementação da 4ª fase do open banking, quando ocorre o compartilhamento das informações desses outros produtos.
“Amplia-se ainda mais a possibilidade de surgimento de novas soluções para a oferta e a contração de produtos e serviços financeiros, mais integrados, personalizados e acessíveis, sempre com o consumidor no centro das decisões”, informa o BC.
"Com o avanço para o open finance, poderemos ver ofertas mais vantajosas de seguros, ou opções de carteira de investimento mais customizadas para cada brasileiro”, explica Victoria Amato, CBO da Quanto, empresa de tecnologia especializada em open banking.
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Enquanto o open banking promove mudanças no sistema bancário, impactando principalmente bancos e fintechs, o open finance amplifica isso para o sistema financeiro como um todo, levando esse novo fluxo de dados para outras empresas participantes do open banking, como as corretoras.
"Os brasileiros se tornarão realmente donos dos seus dados não só bancários, mas também para obter outros tipos de produtos mais personalizados e com taxas mais justas. Ambas iniciativas do Banco Central buscam ampliar a competitividade entre empresas e diminuir a assimetria da informação entre instituições. Quem ganha é o brasileiro”, completa Amato.
A implementação será gradativa de acordo com as datas abaixo:
A partir de 15/12/21 – Dados de produtos e serviços de seguros, investimentos, câmbio, entre outros, disponibilizados pelas instituições participantes;
A partir de 31/05/22 – Dados transacionais referentes aos serviços acima, mediante prévia autorização do cliente.

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Redação

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