Mulher é presa por participar de sequestro, tortura e tentativa de homicídio de colega de facção em ‘tribunal do crime’

Mulher é presa por participar de sequestro, tortura e tentativa de homicídio de colega de facção em ‘tribunal do crime’


Crime ocorreu em 2018. A vítima foi sequestrada e levada para uma casa onde foi torturada por cinco dias, até ter a morte decretada via Whastapp. Polícia Civil prende autônoma acusada de participar de tribunal do crime
Divulgação/Polícia Civil
Uma autônoma, de 22 anos, foi presa nessa segunda-feira (27) por suspeita de ter participado do sequestro, tortura e tentativa de homicídio de uma colega de facção no "tribunal do crime". O crime foi em abril de 2018. Ela foi localizada no bairro Nova Cidade, zona Oeste de Boa Vista.
Contra ela havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara do Júri. À época, a vítima ttinha 38 anos e foi torturada psicologicamente por cinco dias. Ela levou um tiro no pescoço, mas sobreviveu.
Conforme as investigações da Civil, a vítima foi sequestrada e levada para uma casa onde foi torturada, até ter a morte decretada WhatsApp, por ser considerada “traidora” por uma facção.
Na época do crime, quatro pessoas foram presas em flagrante.
A autônoma não resistiu à ação policial. Ela foi submetida a exame de integridade física no Instituto de Medicina Legal (IML), em seguida foi encaminhada para a custódia da Polícia Civil e foi apresentada na manhã desta terça-feira (28) na audiência de custódia.
O crime
A vítima, de acordo com polícia, foi sequestrada e levada para a região de Monte Cristo, zona Rural de Boa Vista. Lá ela passou por um tribunal do crime e foi torturada psicologicamente por cinco dias. Ela levou um tiro no pescoço, mas sobreviveu.
A vítima só conseguiu escapar da execução na sexta-feira (13), porque se fingiu de morta. Após a tentativa de homicídio ela foi para o hospital e, depois, à polícia.
Os quatro infratores identificados pela polícia e reconhecidos pela vítima foram autuados pelo crime de organização criminosa, sequestro e cárcere privado e de tentativa de homicídio qualificado.
Eles foram presos por agentes da Delegacia Geral de Homicídios (DGH), do 5º Distrito Policial e do Grupo de Repressões as Ações Criminosas Organizadas (Graco).

Redação

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