Jovem encontrado dentro de carro em chamas na PB pode ter sido morto após roubo, diz delegada

Jovem encontrado dentro de carro em chamas na PB pode ter sido morto após roubo, diz delegada


Polícia suspeita de latrocínio – crime em que acontece roubo seguido de morte – porque não existem indícios de que a vítima tenha envolvimento com crimes, inimigos ou dívidas. Daniel Vitor Cavalcanti Brito, de 21 anos
Reprodução/Tv Paraíba
O jovem encontrado dentro de um carro em chamas, no bairro das Malvinas, em Campina Grande, pode ter sido morto após um roubo, segundo informou a delegada Elizabeth Beckhan nesta terça-feira (28).
O crime aconteceu na noite da segunda-feira (27), enquanto a vítima, identificada como Daniel Vitor Cavalcanti Brito, de 21 anos, trabalhava como motorista de transporte por aplicativo. Ele também era estudante do curso de engenharia civil, em uma universidade particular de Campina Grande.
A vítima não teria sido morta pelas chamas, já que o fogo foi ateado no carro após a morte dela. Moradores do local teriam visto o incêndio e o apagado.
Segundo a mãe do jovem, Cristina Cavalcanti, ele saiu de casa por volta das 18h45 para a primeira corrida da noite. “Acho que foi um assalto, só que foi muito cruel. Só levaram o celular dele. Na verdade, era só o que ele tinha”, completou.
Ainda conforme a delegada Elizabeth Beckhan, o jovem teve o celular e o relógio levados. Por isso, a polícia suspeita de latrocínio – crime em que acontece roubo seguido de morte. Daniel também não tinha envolvimento com crimes, inimigos ou dívidas.
De acordo com ela, ele saiu de casa no carro do tio, com quem dividia a atividade de motorista por aplicativo. Conforme a delegada, as marcas encontradas no corpo de Daniel apontam que ele foi asfixiado. Mas essa hipótese ainda deve ser confirmada por uma perícia.
A delegada também disse que entrou em contato com a empresa do aplicativo que media as viagens entre cliente e motorista e foi informada de que o destino final da corrida era o endereço em que o carro foi encontrado em chamas.
Até esta terça, a polícia não havia identificado e prendido os suspeitos do crime.
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Redação

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